Resumo da semana – 21/08/16

Sempre amei olimpíada e algo que me chamou muito a atenção foram as provas, comemorações e o pódio do Thiago Braz, que ganhou ouro pelo Brasil no salto com vara.

Estava assistindo à prova com o Eduardo e ele falava como o Renaud Lavillenie estava sendo orgulhoso ao não cumprimentar nem olhar o Thiago em nenhum momento. Lavillenie, #tamojunto. Eu sei como é ser ele. E é bem difícil, dá vontade de chorar. Você vai lá achando que vai ser ouro e o que recebe é um monte de vaia. Lavillenie, acho que precisamos de terapia.

O bom de a gente se reconhecer como o lado errado da história é a possibilidade de ser mais afetuoso com as pessoas. Lavillenie estava errado, mas ele é muito como eu sou. Precisa aprender, mas é difícil, isso não vem fácil, leva tempo.

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Foto da Band
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Foto do Uol. Legenda real: “É o Lavillenie, mas podia ser eu”
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Foto do Lance. “Lavillenie, já fiz essa cara também…”

O que chamou muito minha atenção foi a atitude do medalhista de bronze, o norte-americano Sam Hendricks. Queria ser como ele. Deu volta olímpica junto com o Thiago, sorriu o tempo todo, foi incrivelmente simpático e saboreou sua medalha como a conquista notável que é. Também não sei qual era seu objetivo, se fez o melhor salto da vida, então o bronze era mais do que esperava, mas ele viveu o momento com muita alegria.

A Kerri Walsh, do vôlei de praia, também ficou muito animada com sua medalha de bronze mesmo tendo um histórico de tricampeonato olímpico. Não ficou pensando que é o fim, decaiu etc. É bastante coisa para pensar, né. Não quero ser uma pessoa que não aspira a nada, mas preciso aprender a gostar de viver por si só, sem precisar de tantos louros.

~ ~ ~

Queria falar mais sobre o blog, mudanças etc., mas vai ficar para outro dia. Seria bom só convidar vocês a verem os posts que fiz esta semana. Na terça-feira, falei sobre o livro “infantil” O Casaco de Pupa. Maravilhoso, necessário… Instantaneamente abridor de muitas caixas e gavetas escondidas no nosso cérebro e coração. Na quinta, postei a tradução que fiz de uma música do Tom Waits, “You can never hold back spring“. Estou meio quieta ultimamente, hoje foi a primeira vez que falei mais. Quando fiz esse post, não estava com muita vontade de ficar explicando a música, mas a letra é tão linda… a primavera sempre vem. 🙂

Não vá se perder por aí!

Estou voltando a me atualizar com blogs aos poucos. Depois que descobri que um blog que indiquei aqui TRÊS vezes era pura cópia de outros, me senti uma palhaçona. Mas vamos lá! E ah, uma mudança é que não vou mais me ater a cinco indicações, o número que tiver de ser será… rs

  1. Ideias simples transformam a cozinha. Amei essa receita de cebola recheada com carne e queijo que vi no blog 7 seasons! Com certeza farei!
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Hmmm

2. Amei os quadrinhos do Sushi de Kriptonita que vi no blog Quase em crise. Veja o restante!

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3. Amei ver o texto sobre a adaptação da Odisseia, “A Odisseia de Penélope”, de Margaret Atwood, no blog Lulunettes. Adoro ver a escrita usada nesse blog, é bem do tipo que gosto de ler. 🙂

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Tenha uma semana incrível… E quem sabe um pouco mais paciente com os Lavillenies… 😉

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30 comentários em “Resumo da semana – 21/08/16

  1. Você não está sozinha, diversas vezes me senti assim também, eu me cobro bastante e nunca estou satisfeita com o que eu faço. É um sentimento bom e ruim. É bom porque você sempre dá o seu melhor. Mas é ruim porque bate essa culpa, essa frustração. Aliás, A Redoma de Vidro da Sylvia Plath trata justamente sobre essa sensação conflitante entre aspirações e satisfação. Não sei se você já leu, mas só para ilustrar, em uma breve passagem do livro a personagem do livro até dá um jeito de desistir de uma matéria da faculdade por perceber que não terá um bom desempenho. Enfim, difícil, né? Mas é importante a gente trabalhar melhor com isso 🙂
    Sobre as Olimpíadas, não acompanhei, mas que bacana a atitude desse americano! 🙂
    Beijinhos e tenha uma ótima semana 😉

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    1. Oi, Juliana 🙂
      Obrigada pelo comentário. Acabei de comprar “A Redoma de Vidro”, da Coleção Folha e me lembrei do que você disse, ao comprá-lo. Fiquei com medo de lê-lo e me encontrar mto na personagem… rs
      Seu comentário foi tão gentil… o bom é que quando refletimos podemos aprender, né? Bjinhos e tenha uma ótima semana! Muito obrigada mesmo pelas palavras. Demorei a responder pq quando são assuntos pessoais, dá até uma vergonhinha, né. Bjs!

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      1. Ah, imagina, sei bem como é, também fico com essa sensação. Me identifiquei com o seu post e acho que muitas pessoas vão se identificar também. Acho que o melhor da internet é que em meio à tantas coisas rasas e superficiais, também podemos encontrar uma expressão mais verdadeira como a do seu post e que consegue despertar aquela sensação de “tamo junto” haha 🙂

        Sobre o livro, eu também tinha medo de ler, mas é uma leitura que vale a pena, vira e mexe me vejo citando trechos e passagens do livro no meu dia a dia, é uma leitura que me surpreendeu positivamente. Mas acho que é um livro que desperta várias reações diferentes, cada leitor terá uma experiência diferente. Depois quero saber o que você achou!

        Beijinhos

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      2. Que meiga, mto obrigada!! 😀 Para mim é um grande elogio, afinal, louca tudo bem, superficial seria muito triste… hehe Com certeza vou ler este livro e escrever sobre ele aqui no blog. Sinto que vou gostar, mesmo com as possíveis lágrimas inevitáveis 🙂 Bjos e obrigada!!

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  2. Olá,Val! Eu passo por isso sempre. Imagina tive filhos cedo e o desafio é enorme… deixei sonhos pra trás… e quando consegui entrar no meu grande sonho, que foi cursar jornalismo, tomei um baita tombo! mas segui em frente… e sabe o que coloca pra cima? O ciclo de amizade feito aqui no blog. Conheci você, seu blog incrível, livros maravilhosos…Fiz até um post. https://realizecriatividade.wordpress.com/2016/08/08/livros/ .
    Então, quando tudo parecer não acabar, sempre tem alguém ou alguma coisa pertinho de voce

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    1. Oi, Patrícia!! Não sabia que você tinha tido filhos cedo, nem tomado esse tombo ao cursas jornalismo, acho que não sabia muito da sua história, na verdade! Só sabia que curto bastante seublog cheio de delicadezas. Sobre as amizades, é impressionante como aparecem pessoas doces aqui por esses lados. Muito obrigada mesmo pelas palavras e por falar um pouco de você. Faz um tempo que vi seu post sobre livros e fiquei impressionada e muito feliz que você tenha de fato comprado os livros, adorei!! Vou comentar lá. Ando meio quieta, por isso não tenho comentado muitas coisas. Mas mto obrigada!! Bjos

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  3. Val, comigo foi a contrário: concluí a faculdade de Letras, mas passei um sufoco nos meus últimos dois anos da graduação e amei os três primeiros (fiz faculdade no período noturno, portanto, cinco anos!). Eu tive até que pedir demissão do trabalho para conseguir terminar minha faculdade. Ou seja, não é só vc que tem esses altos e baixos… E digo mais, sou perfeccionista e já sofri muito com frustrações de meus planos e desejos de ser a melhor em alguma categoria: esportiva ou intelectual. Desisti de praticar alguns esportes por não ser boa o bastante, segundo o meu próprio julgamento. Não vou dizer que a expectativas das outras pessoas não me afetavam, mas a minha expectativa de mim mesma era muito maior do que qualquer outra. Portanto, sofria muito (e ainda sofro) com minha própria pressão interna. Mas, uma boa notícia: quando se muda de atitude, muda-se também suas expectativas. Eu parei de me cobrar tanto na faculdade… Perguntava-me: “Por que preciso ser a melhor?”. Foi me questionando e percebendo que não tinha o controle de tudo, bem como observando que há pessoas mais bem dispostas e adaptadas ao que o meio acadêmico requer, que resolvi me tornar uma aluna mediana e não “a melhor” como sempre me propus a ser. Revelação maravilhosa esta que me libertou um pouco da minha demasiada pressão interna. Sentia-me atada, presa, sufocada… Agora consigo respirar com mais liberdade (ainda que a pressão esteja lá, querendo me empurrar a todo momento). Acho também que é por isso que passei a ser mais preguiçosa… “Pra que me esforçar tanto? Caramba! Chega! Deixe de me pressionar!!!” (conversa com my inner self). Minha atual meta de vida é ser uma pessoa equilibrada: not so good,not so bad either. Acabei terminado a facul na 19ª posição de minha turma e estou feliz por isso! Alcancei minha meta mediana! 🙂 (Obs.: Eu detinha a 4ª posição nos remotos anos primordiais de minha vida acadêmica).

    Ou seja, tudo é uma questão de perspectiva… Basta mudar a sua! Eu sei que é difícil, embora eu seja tão sucinta ao lhe ofertar esse meu auxílio através de um conselho tão sucinto, mas… Na verdade é simples assim mesmo! O difícil é mudar sim, mas basta tentar! (Eu ainda estou tentando!) 😉

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    1. Oii! Que super comentário, adorei… É bonito como você dá forças às pessoas, muito obrigada!! Achei sua meta de ser mediana maravilhosa… rs 😀 Demorei a responder, mas acho que ter escrito e lido comentários como os seus são pequenos potinhos de areia e água que venho trazendo p/ tentar construir um castelinho, sabe? Um defeito que traz consequências tão tristes para a nossa vida demora para mudar… Mas reconhecê-lo é o primeiro passo. Como para mim é difícil, quero parabenizar você, que percebeu isso e conseguiu dar essa volta!! Quando li suas palavras, desejei que você se sentisse muito feliz pelos seus feitos… É o que merecem as pessoas como você que melhoram a si mesmas e ajudam os outros sem julgamento. Muito obrigada!! Bjos

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      1. Não tem problema! Vc pode demorar o tempo que for necessário, não se cobre tanto neste ponto, Valeria! É claro que amo receber respostas aos meus comentários, sentir que estou ajudando mesmo que seja com algo ínfimo… Mas só responda quando vc realmente se sentir no clima para tal tarefa. Afinal, as palavras ficam aqui gravadas, e podem ser revisitadas uma, duas, três vezes ou mais a fim de entrarem na alma e operar mudanças. Creio que um simples comentário pode ser algo de muita valia para alguém. E é por isso que deixo mais uma vez minhas palavras aqui: Val, vc não está só nessa jornada! Somos muitos(as)!

        Sim! Amo ter insights! E, às vezes, tais elucidações partem muito mais de pequenas observações diárias dos outros do que de mim mesma. Sabe, o maior problema é esse foco que a gente coloca em nós mesmos(as). Parece que o lado negativo impera em nossa mente. Temos é que aprender a afastá-lo aos poucos para escanteio e forrar o espaço outrora cheio de negatividades com positividades.
        Obrigada pela congratulação. Sinto-me cada vez melhor com essa opção pela vida mediana, equilibrada. Não é fácil, pois tenho meus surtos de alegria demasiada e tristeza demasiada também, mas… Vamos que vamos!

        Imagina! Bjos pra vc também!

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  4. Ah! E eu amei a sua percepção quanto aos sentimentos do atleta francês. Acho que é bem isso mesmo. Aprender ao observar os outros, atentando-se para os seu próprios erros e problemas é um exercício que poucos fazem, mas que trazem elucidações muito pertinentes para pessoas reflexivas e que buscam ser melhores (não “a melhor”, mas melhores!). 😀

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      1. O “outro” é o nosso melhor espelho para a alma. Quando nos atentamos para os erros e acertos de nosso próximo, conseguimos visualizar os nossos próprios. É… Ainda bem! Vamos aprendendo por observação, muitas vezes, é melhor do que por experiência. 😉

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  5. Não está só mesmo… guardadas as proporções, cansei de contar as coisas que começava animada e depois desandava. Blogs, textos, idéias, mudanças, cursos…
    Muitas vezes eu começo com a parte teórica embasada e cheia de idéias, mas depois eu acho que não vai dar certo, que não vou me sair bem…e paro mesmo antes do início.
    Um dos meu modos de tentar driblar isso, com o exemplo do blog, é não fazer uma obrigação de ser mais… comecei com um idéia leve, e estou tentando manter isso nos posts, no modo de escrever… e mesmo na frequência… está funcionando… e vamos tentando continuar assim…

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    1. Acho ótima sua estratégia!! Vamos indo assim, tentando fazer algo que nos agrade, celebrando as pessoas que já estão conosco. Vou te dizer que para mim não é fácil, mas preciso aprender ou essa vida vai ser mto chata! hehe Bjinhos e muito obrigada pelas palavras, amei. 🙂

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  6. Oi, Val! Não te conheço, mas pelo que li de sua postagem tenho a impressão de que você está se cobrando demais e se importando com a aprovação dos outros. Acredito que essa cobrança nunca é culpa da pessoa, na verdade é um mal da nossa sociedade individualista, e como você viu nos comentário, não é a única a sentir esses incômodos. Eu acho que esse tipo de pensamento de ser sempre o melhor, tira o foco real das coisas e deixa a pessoa frustrada. O melhor seria repensar esses conceitos (^_~).

    Fico muito feliz que tenha gostado das minhas impressões sobre A Odisséia de Penélope (*o livro é muito bom! Recomendo!*), e principalmente por elogiar a minha escrita. Obrigada pelo carinho! (^_^)

    Beijos, Val!

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    1. Ei, Lulu! Obrigada pelo comentário. Acho que sua leitura do que escrevi sobre mim é exata. É mto chato ser assim, literalmente, a vida perde a graça… mas escrevendo e lendo comentários como os seus, acho que vou amadurecendo…. só não pode demorar mto, pq tem mta coisa legal acontecendo, né? Bjos e obrigada!!

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  7. Ah, Val, super entendo. Tanto que sumi do blog. Todos os dias me cobro que devo retornar, mas só gosto de escrever quando me sinto razoavelmente inspirada. Tem dias que penso em apagar todos os posts e começar do zero, de um jeito diferente, porque do jeito que está não me agrada. Mas se eu fizer isso, do outro jeito pode também não me agradar e aí entro num ciclo vicioso rs

    Talvez isso seja excesso de cobrança, você passou a vida sendo cobrada pelas pessoas e, quando a cobrança dos outros passou a não ser necessária, você passou a cobrar de si. Tenho esse mesmo problema. Fica enraizado na gente e é difícil demais de se livrar. Mas vamos tentando… Creio que, a partir do momento em que levamos as coisas mais como uma responsabilidade, mas sem o peso da obrigação e do perfeccionismo (sem o “tenho que fazer isso e tem que ser assim”), tudo se torna mais leve e prazeroso. Um dia chegaremos lá!

    Saudades de ler suas postagens! Um beijo e bom fim de semana!

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    1. Oi, Nathália! Pois é, acho que você se sente parecida comigo. Mas não apague o blog não, nem nenhuma postagem, você vai se arrepender! Vamos lidando com nossos problemas… Já estamos um passo nessa jornada, afinal reconhecemos nossos defeitos, pior seria se nem víssemos os pensamentos errados, né? Obrigada pelas palavras!! Vamos nesse caminho tentando ser mais “leves”. Beijos e muito obrigada pelo comentário!

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  8. Que coisa, achava que estava sozinha nessa sensação de inconstância. Sempre achei que me faltasse resiliência, mas agora percebo que pode ter uma boa dose de vaidade misturada. Enfim, texto super interessante, obrigada pela reflexão!

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  9. Me identifiquei muito com esse texto! Vou indicar ele lá no blog ❤
    Ah, depois me conta que blog é esse que é cópia dos outros, vai que é algum que sou fã hahaha
    Saiba que é aos poucos e olhando cada vez mais pra dentro de nós mesmos que a gente vai mudando. Eu me sinto assim como você, mas antes eu não identificava a raiz do problema. Comecei a tentar identificar e percebi que é justamente me importar com o que os outros pensam e sempre achar que decaí em algo. Enfim, aos poucos a gente melhora, né? Costuamamos ser tão gentis com os outros e tão duros com nós mesmos…
    Um beijo

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    1. Oi, Barbara! Legal ver você por aqui 🙂 Ai, esse blog cópia fico até com vergonha de falar, mas é um que tem muitas fotos de animais e mtos posts sobre bondade humana. Fico sem graça de falar o nome, mas se vc segue o tal blog, provavelmente identificou… hehe Encontrar a raíz dos problemas é mto importante, mas às vzs negamos muitas coisas em nós, né? Obrigada pela visita e bjooos!

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  10. Oi, Val, tudo bem? Não precisava nem ter pedido pra eu dar uma passadinha aqui… Toda vez que alguém novo aparece lá no meu blog e deixa um comentário ou algo do tipo, eu acho SENSACIONAL e me sinto na obrigação de visitar o blog/site. Quase nunca me arrependo! E aqui não foi diferente. A-d-o-r-e-i o seu. Esse post aqui me chamou especial atenção porque me identifiquei cem por cento. Sério. O começo de todas as coisas que eu faço é maravilhoso, é empolgante, é novo, é excitante, mas aos poucos vai se tornando tão maçante, e eu acabo desistindo; e posso dizer com todas as letras que esse é um lado que eu realmente não gosto em mim. Aliás, esse foi um dos motivos pra eu demorar tanto a criar um blog, que era um desejo meu desde pequenininha. De qualquer forma, gostaria de dizer que te entendo e que você não está sozinha nessa! hehe Até hoje tento aprender aos poucos a me aceitar e a lidar comigo mesma, e, principalmente, não ligar para o resto do mundo e ser apenas feliz. Às vezes é difícil, mas vamos juntas que vale a pena. Quando sinto que estou me cobrando demais pelos outros, gosto de lembrar da seguinte frase: “A vida é muito curta para se pensar pequeno” e aí eu me recuso a fechar a minha mente como todo mundo. Ah, e sobre esse nosso lado desanimador, o que me ajuda é me obrigar a ver a felicidade em pequenas coisas, que me mantém firme! O seu comentário no Prateleira de Vidro é um grande exemplo disso (muito obrigada novamente). Enfim, peço perdão pelo super comentário, mas é que me empolguei. Ah, e parabéns pelo post, viu? Beijos!!

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    1. Oi, Gi!! Realmente, parece clichê, mas acho que não existe outro modo de ser feliz a não ser vendo a beleza das pequenas coisas. Adorei o super comentário!! Acho que essas coisas vamos tendo que aprender mesmo, mas, em todo caso, saber que precisamos aprender já é um enorme passo! Bjs e obrigada 😉 ❤

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